Projetos técnicos da Emater vão financiar mulheres extrativistas em Chaves

O diagnóstico apontará a realização de projetos técnicos que assegurem o financiamento da produção de artesanato e biojoias

A Cooperativa Arauá recebe atividades técnicas de capacitação e incentivo à produção, principalmente no manejo do açaizal nativo

A produção do artesanato e das biojoias constituirá uma nova alternativa de renda para as famílias do Arauá

Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 29/07/2014 13:59:00

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) vai dar início a um diagnóstico junto aos associados da Cooperativa dos Produtores Extrativistas do Arauá (Coproex), em Chaves, no arquipélago do Marajó, para a realização de projetos técnicos que assegurem o financiamento da produção de artesanato e biojoias. A expectativa é fomentar o trabalho de 12 mulheres junto ao Banco da Amazônia, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) da linha Mulher.

Essa é a primeira vez que a Emater trabalhará para o financiamento das mulheres do Arauá, onde o órgão já realiza atividades técnicas de capacitação e incentivo à produção, principalmente no manejo do açaizal nativo, principal fonte de economia das famílias local. O recurso acessado para a linha Mulher é de R$ 3.500,00. A produção do artesanato e das biojoias constituirá uma nova alternativa de renda para as famílias.

Segundo Orlando Lameira, técnico da Emater, o financiamento será destinado à aquisição de materiais de acabamento para o artesanato. “Parte da matéria prima é extraída na própria comunidade, sem danos ao meio ambiente”, confirma Lameira. As mulheres devem aumentar a produção de vasos de cerâmica, que já começaram a ser confeccionados, com a expectativa de abertura de novos mercados.

Segundo Marco Antonio Silva, presidente da Coproex, a expectativa do trabalho com as mulheres é aumentar a renda das famílias em 30% a 40%. “Em todos os aspectos a assistência ofertada pela Emater tem sido fundamental; o acompanhamento acontece desde a produção de alimentos e agora se estenderá nessa nova empreitada, o que ainda não tínhamos aqui”, observa Silva.

Iolanda Lopes
Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará

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