Seaster promove live sobre o enfrentamento da violência e exploração sexual de crianças e adolescentes

13/05/2021 17h43 - Atualizada em 13/05/2021 19h05

Em alusão ao 18 de maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes - a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) participa de uma série de atividades virtuais. Nesta quinta-feira (13), a Secretaria promoveu uma live com o tema "Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes", que contou com a participação de gestores municipais e integrantes da rede de proteção social. A atividade foi organizada pela Coordenadoria de Proteção Social Especial de Média Complexidade.

Rosiane Sousa é assistente social do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia e esteve participando como palestrante. Ela trouxe uma explanação sobre os desafios das políticas sociais em meio à pandemia. "Promover debates online são importantíssimos no contexto em que estamos vivendo. Esse tipo de evento ganha capilaridade no interior do estado e isso reverbera na qualidade dos serviços prestados a essa população, não só na assistência social, já que essa temática só ganha sentido quando falamos com a rede de proteção, envolvendo as políticas da seguridade social ampliada", destacou Rosiane.

A campanha ‘Faça Bonito. Proteja nossas Crianças e Adolescentes’ é permanente e realizada o ano todo por meio da conscientização no enfrentamento à violência sexual contra menores de idade, de forma a  sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta. "Pensamos para que o evento não seja somente em alusão a data, e sim para conscientizar o nosso público, a nossa população. Essa troca de informações e esse fortalecimento da rede é de suma importância", destaca Kleydi Teles, técnica da Seaster. 

O titular da Seaster, Inocencio Gasparim, destacou o envolvimento da pasta na garantia de direitos aos públicos mais vulneráveis. "E com as crianças e adolescentes não seria diferente. É triste ver que as casas têm sido o principal lugar para esses crimes. Entretanto cabe a nós mobilizar, conscientizar e combater este mal. Por isso a importância em envolver os agentes municipais nessa discussão e reforçar o nosso papel na fala, na ação e na denúncia", concluiu o secretário.   

Por Camila Santos (SEASTER)