Asfalto Por Todo o Pará muda a vida de famílias do Oeste do Estado

Em Santarém, 4 km de ruas receberam pavimentação asfáltica.

09/08/2021 10h29 - Atualizada em 09/08/2021 12h37

Andar e trafegar pela nova calçada e pelas ruas Bauru e Paulo Maranhão, no bairro Liberdade, na cidade de Santarém, está muito mais tranquilo depois que essas vias foram incluídas no programa “Asfalto Por Todo Pará”, do governo do Estado. Há cerca de 30 dias, no total, 4 km de ruas receberam pavimentação asfáltica e melhoraram a vida de todos os moradores da área.

Para a dona de casa Iracema Silva de Sousa, as melhorias trazidas com o asfalto novo foram muitas. “Antes, aqui era horrível de andar, tinha muito buraco na pista, mas agora ficou bom. Eu consigo caminhar mais tranquila pela calçada”, avaliou a moradora.

O trabalho realizado nas ruas contempladas vai além do asfalto. De acordo com o engenheiro responsável pela obra, as ações desenvolvidas para melhorar a vida da comunidade iniciaram em uma etapa anterior. “Primeiro nós fizemos a pavimentação no solo, aí veio o asfalto, o calçamento e a drenagem superficial. Essas ações estão garantindo que os moradores consigam viver em uma rua com melhores condições”, destacou.

Com o asfalto novo e sinalizado, andar pela área ficou mais fácil para motoristas e também para ciclistas como o Mauro César de Oliveira. O idoso pedalava com tranquilidade pelas vias quando contou como a situação no local melhorou bastante. “Antes era uma buraqueira aqui. Tudo isso aqui era só buraco e não tinha como passar. Eu vejo que agora tá bem melhor, dá pra andar até de bicicleta que a gente não vai cair ”, descreveu.

O Asfalto Por Todo o Pará, executado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), garante mais infraestrutura, mobilidade urbana e qualidade de vida para moradores de todas as regiões. O programa leva asfaltamento, sinalização e calçamento para várias ruas dos municípios paraenses. Já são mais de 100 cidades contempladas, que somam mais de 500 km de vias atendidas.

Por Ronan Frias (COHAB)