Gestores da Emater iniciam planejamento de ações para 2022

A meta é concluir o documento até dezembro deste ano, com base no PPA e no Orçamento Geral do Estado

22/10/2021 19h22 - Atualizada em 22/10/2021 21h30

Integrantes do Grupo de Trabalho (GT) do Plano de Assistência Técnica e Extensão Rural (Proater) se reuniram nesta sexta-feira (22) para dar início ao planejamento das ações que serão desenvolvidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), nos 144 municípios paraenses no próximo ano.

Formado por diretores e coordenadores dos diversos setores da Emater, o GT pretende entregar até dezembro o planejamento do Proater para execução em 2022, informou Dinilde Serrão, coordenadora de Planejamento da Emater. Segundo ela, “através desse grupo técnico, formado por representantes das várias coordenadorias, nós vamos conjuntamente trabalhar todos os procedimentos para o desenvolvimento das atividades da empresa, baseados no Plano Pluarianual (PPA) e no Orçamento Geral do Estado (OGE) previsto para a Emater. Estamos, assim, dando início ao planejamento da empresa para o próximo ano”.Diretores e coordenadores dos diversos setores da Emater trabalham na definição dos projetos e ações para o próximo ano

Cabe ao GT definir as orientações para que cada um dos escritórios locais da Emater, nos 144 municípios, elabore o seu Proater, explicou o coordenador Técnico da Emater, Paulo Lobato. “Com a orientação dos escritórios regionais serão repassados para os municípios o termo referencial e o modelo que serão definidos pelo GT, e a partir disso os escritórios locais vão elaborar os seus planejamentos de acordo com as necessidades locais de assistência técnica e extensão rural”, acrescentou o coordenador.

Atualmente, estão em execução, em todo o Estado, 145 Planos de Assistência Técnica e Extensão Rural, que se dividem em projetos e subprojetos nas mais diversas áreas de produção familiar - agricultura, pecuária, aquicultura, extrativismo, pesca e artesanato -, entre outras ações voltadas a agricultores familiares, assentados, indígenas e quilombolas.

Texto: Etiene Andrade – Ascom/Emater

Por Governo do Pará (SECOM)