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'PONTO CRÍTICO'

Polícia Científica constata, durante operação em Marabá, furto de energia em residência

O laudo pericial caracterizou o crime, resultando na prisão em flagrante de um homem que estava no imóvel durante cumprimento de mandado judicial

Por Monique Leão (Pol. Científica)
19/03/2026 16h59

A Polícia Científica do Pará (PCIPA) participou, na manhã desta quinta-feira (19), da quinta fase da Operação "Ponto Crítico", deflagrada pela Polícia Civil às primeiras horas da manhã, no interior paraense. A ação policial resultou em mais de 170 prisões contra investigados por tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo, homicídios, associação criminosa e outros crimes. Na ocasião, o trabalho pericial identificou furto de energia, o que resultou em prisão.

Agentes da Polícia Cientifica durante a Operação 'Ponto Crítico'

A equipe da Coordenadoria Regional II da PCIPA, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pelo Poder Judiciário, em apoio à Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca), sob o comando da delegada Laiz Ruiz, identificou na residência de um homem, no município de Marabá, sudeste paraense, uma ligação irregular de energia elétrica, caracterizando o crime de furto de energia, previsto no ordenamento jurídico penal brasileiro. Como o responsável pelo imóvel estava presente no momento da diligência, recebeu voz de prisão em flagrante.

O apoio técnico-operacional da Polícia Científica durante o cumprimento dos mandatos de busca e apreensão permite que crimes desse tipo sejam identificados e comprovados em laudo, embasando a prisão em flagrante.

“A presença da Polícia Científica em operações dessa natureza é essencial para garantir que todos os vestígios sejam corretamente identificados, preservados e analisados, assegurando a robustez da prova técnica. Mesmo em situações de flagrante, o trabalho do perito criminal é decisivo para materializar o crime, dar segurança jurídica à atuação policial e fortalecer a resposta do Estado frente às infrações penais", ressaltou a perita criminal e coordenadora das unidades regionais da PCIPA, Ana Cláudia Macedo.