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SEGURANÇA PÚBLICA

GAP, tropa de elite da Seap, amplia capacidade operacional em intercâmbio nacional da Polícia Penal, no Ceará

Capacitação no Ceará (CE) reforça integração estratégica entre tropas especializadas de todo o País

Por Governo do Pará (SECOM)
20/03/2026 08h49
Representantes do Grupamento de Ações Penitenciárias (GAP) no Intercâmbio das Tropas Especializadas do Brasil, no Ceará (CE)

O Grupamento de Ações Penitenciárias (GAP), tropa especializada da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), participou da 2ª edição do Intercâmbio Nacional das Tropas Especializadas da Polícia Penal do Brasil, realizada no Ceará, com foco no aprimoramento técnico e na atuação integrada em ambientes prisionais.

A programação teve início, no último dia 16, e foi concluída nesta sexta-feira (20), reunindo cerca de 100 policiais penais táticos de diversas unidades da federação. Ao longo do evento, foram desenvolvidas atividades como gerenciamento de crise prisional, técnicas de intervenção tática, entrada em ambientes de risco, além de torneios de luta e tiro.

Para o secretário-adjunto da Seap, Ringo Alex Rayol Frias, a participação no intercâmbio consolida uma estratégia institucional voltada à qualificação contínua e à integração das forças especializadas.

“A participação no evento é considerada estratégica para o aprimoramento técnico e tático do grupamento, além de reforçar a atuação integrada das forças especializadas em nível nacional”, afirmou o secretário adjunto da Seap, Ringo Alex.

Representaram o Pará na capacitação a comandante do GAP, Eslaine Almeida, o subcomandante Marques e a policial penal Moreira.

O intercâmbio tem como eixo central a integração entre as polícias penais do país, promovendo o fortalecimento da capacitação técnica e operacional dos agentes. A iniciativa também contribui para o enfrentamento qualificado ao crime organizado no sistema prisional.

Durante o encontro, os participantes compartilharam experiências, alinharam protocolos e trocaram conhecimentos sobre procedimentos de intervenção em unidades prisionais, ampliando a padronização das ações em nível nacional.

À frente do grupamento, a comandante do GAP, Eslaine Almeida, destacou o impacto direto da troca de experiências para a evolução da tropa. “Esse intercâmbio é fundamental porque permite a troca de experiências entre diferentes Estados, o que fortalece a atuação da Polícia Penal em todo o país. A gente sai daqui mais preparado, com novas técnicas e estratégias que podem ser aplicadas diretamente no nosso sistema prisional”, destacou.

GAP
O Grupamento de Ações Penitenciárias (GAP) é uma unidade especializada da Seap, composta por policiais penais, com atuação em intervenções prisionais, escoltas armadas e policiamento de perímetro em unidades e complexos prisionais. O grupo também atua na defesa das muralhas em situações de crise, como tentativas de ataque ou resgate, além de realizar ações de fiscalização ostensiva de custodiados com antecedentes de alta relevância criminal.

Texto: Kaila Fonseca