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Polícia Civil deflagra operação contra organização criminosa em Canaã dos Carajás

Armas de fogo, munições, mais de 2,5 kg de entorpecentes, balanças de precisão, embalagens plásticas, dinheiro em espécie e 12 celulares foram apreendidos nas residências dos investigados

Por Jeniffer Terra (PC)
31/03/2026 16h02

A Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia de Canaã dos Carajás, município da região Sudeste, deflagrou a Operação “Desmonte” com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita da prática de crimes contra a vida, com utilização de armas de fogo, para ocupar território e dominar a comercialização de entorpecentes no município. A operação ocorreu no domingo (29) e na segunda-feira (30), em vários bairros da zona urbana de Canaã dos Carajás.

Armas, dinheiro e outros objetos apreendidos durante a operação

“A ação policial resultou na prisão em flagrante de oito homens pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, associação armada, posse ilegal de arma de fogo e corrupção de menores, além da apreensão de um adolescente em conflito com a Lei. Eles foram localizados em três residências distintas, onde ocorria a venda dos entorpecentes na região”, explicou o delegado João Abel, titular da Superintendência Regional de Carajás.

Durante a investigação, os policiais foram informados que membros do grupo criminoso estariam utilizando os imóveis para vender entorpecentes e planejar execuções. “De posse destas informações, as equipes policiais realizaram campana nos endereços, onde foi constatada intensa movimentação de pessoas. Durante a operação foram apreendidos 2,575 kg de entorpecentes, quatro armas de fogo, munições, seis balanças de precisão, embalagens plásticas pequenas, dinheiro em espécie, um coldre e 12 aparelhos celulares”, contou a delegada Patrícia Brandão, titular da Delegacia de Canaã dos Carajás.

Os presos e o material apreendido foram conduzidos à Delegacia de Canaã dos Carajás, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. Eles continuam à disposição do Poder Judiciário.

Texto: Rebeca Reis, estagiária sob supervisão de Jeniffer Terra - Ascom/PC