Policlínica Baixo Amazonas garante atendimento oftalmológico integral no Oeste do Pará
População tem acesso a consultas e exames essenciais. Só nos primeiros dias de funcionamento, a unidade da rede pública estadual de saúde ultrapassou 130 atendimentos oftalmológicos.
Dayane Ferreira Lopes, 37 anos, precisou de consulta com oftalmologista após problemas na visão durante a gravidez. O atendimento integral ela recebeu na Policlínica Baixo Amazonas, em Santarém, no Oeste paraense, saindo já com a receita para confecção dos óculos. Desde o início de abril, quando a unidade foi entregue pelo Governo do Pará, houve o registro de 134 consultas oftalmológicas. O consultório é equipado com aparelhos que permitem ao médico ofertar um atendimento de excelência.
“Eu dei entrada no posto de saúde e ontem a enfermeira me ligou, dizendo para eu vir. Achei muito interessante, uma melhoria para nós, que precisamos desse atendimento. Achei que foi muito rápido, e saí com a receita pronta. Agora, é só melhoria. Fiquei feliz que está tudo bem. Não preciso fazer nenhuma cirurgia. Eu amo tecer crochê e vou poder voltar a fazer isso hoje mesmo”, disse Dayane.
Uma das 36 especialidades médicas ofertadas pela nova Policlínica Baixo Amazonas é Oftalmologia. Duas vezes na semana, o especialista está disponível para consultas e exames.
”O objetivo na Policlínica é fazer um atendimento ambulatorial de diagnóstico e tratamento. Esses pacientes já chegam para mim com um primeiro exame, chamado de autorrefrator, e a gente consegue fazer a avaliação do grau dos óculos, com o teste de lentes, e em sequência eu faço o exame físico, para avaliar se o paciente tem alguma doença, como conjuntivite, lesão na córnea, e se apresenta risco de glaucoma ou catarata. Medimos também a pressão ocular e fazemos a fundoscopia, que é um exame essencial para quem tem diabetes e hipertensão”, explicou o médico oftalmologista Rodolfo Menegon.
Descentralização - A Policlínica do Baixo Amazonas é resultado de um investimento do governo do Estado superior a R$ 25,7 milhões, e tem o objetivo de reduzir filas, agilizar diagnósticos e descentralizar o atendimento especializado. A média mensal prevista de consultas médicas é de 7.400, além de 1.650 atendimentos multiprofissionais e mais 25 mil exames laboratoriais.
No caso dos atendimentos oftalmológicos, a Policlínica supre uma demanda por consultas e exames especializados, para evitar o agravamento de doenças na visão e proporcionar o diagnóstico e tratamento precoces, melhorando a vida dos usuários.
“A população precisa não só da consulta clínica com o oftalmologista, mas sim de uma avaliação mais completa possível, para que saia da Policlínica com o diagnóstico em mãos, ou já com o encaminhamento para exames mais específicos, para agilizar esse tratamento. A gente não quer que esse paciente precise ficar indo e vindo, e, por isso, contamos com profissionais, estrutura e instrumentos para ofertar esse atendimento completo. Neste início de funcionamento, temos percebido a grande demanda para essa especialidade, que é uma das agendas mais procuradas”, informou a diretora-executiva da Policlínica do Baixo Amazonas, Léia Sandim.
O acesso aos serviços da Policlínica e do Núcleo de Atenção ao Transtorno do Espectro Autista (Natea) - este funcionando em anexo ao prédio -, é realizado por meio de Regulação Estadual, com encaminhamento pelas Unidades Básicas de Saúde e agendamento prévio, garantindo organização, equidade e atendimento direcionado às necessidades da população.
Serviço: A Policlínica Baixo Amazonas, vinculada à Secretaria de Estado de Saúde Publica (Sespa), funciona de segunda a sexta-feira, das 7 às 19h, na Avenida Moaçara, nº 66, no bairro Floresta, em Santarém.
Texto: Ascom/Policlínica Baixo Amazonas

