Agência Pará
pa.gov.br
Ferramenta de pesquisa
ÁREA DE GOVERNO
TAGS
REGIÕES
CONTEÚDO
PERÍODO
De
A
SANIDADE SUÍNA

Adepará faz exames em criações de suínos para garantir a saúde dos rebanhos no Pará

Ação de vigilância em três regiões do Estado busca comprovar que o Pará está livre de doença que afeta os animais e proteger a economia dos produtores locais

Por Tatiane Freitas (ADEPARÁ)
03/08/2026 14h25

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) deu início, no último sábado (1º) de agosto, ao Inquérito Soroepidemiológico para Peste Suína Clássica (PSC) nas regiões do Marajó, Nordeste do Pará e região de Paragominas. A ação, realizada até 30 de setembro, faz parte do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e tem como objetivo fortalecer a vigilância sanitária da suinocultura paraense.

Durante o inquérito, a equipe de médicos-veterinários da Adepará visita propriedades criadoras de suínos para analisar as condições sanitárias dos rebanhos e coletar amostras para verificar a circulação do vírus da Peste Suína Clássica nas regiões participantes.

Atualmente, o Serviço Veterinário Oficial da Agência de Defesa já examinou propriedades rurais nos municípios de Portel, Paragominas e Capitão Poço, onde foram efetuadas avaliações clínicas nos animais e coleta de amostras de sangue.  

A gerente do Programa Estadual de Sanidade Suídea da Adepará, Elaine Queiroz, explica que todo o material coletado pelo Serviço Veterinário Oficial da Adepará é encaminhado ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária para análise. Segundo Elaine, essas ações têm como objetivo monitorar e comprovar a ausência da Peste Suína Clássica (PSC) no Estado. Além disso, a atividade ajuda na busca do pleito de área livre da doença.

Peste Suína Clássica (PSC) - A Peste Suína Clássica é uma doença viral altamente contagiosa que afeta suínos domésticos e asselvajados, podendo causar febre alta, manchas na pele, apatia e elevada mortalidade, principalmente em animais jovens. Embora não represente risco à saúde humana, a doença provoca grandes impactos econômicos à suinocultura, afetando a produção, o comércio e a movimentação de animais e produtos de origem suína. Por isso, a PSC é uma doença de notificação obrigatória, e suas ações de controle envolvem medidas sanitárias rigorosas, como vigilância epidemiológica, controle de trânsito animal, saneamento de focos e vacinação em áreas específicas autorizadas pelo Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura.