Em Marabá, homem é preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo
Equipes da Polícia Civil localizaram diversas armas e munições, além de aparelhos eletrônicos, durante cumprimento de mandados de busca e apreensão
A Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia Especializada em Conflitos Agrários (Ddca) de Marabá, no Sudeste do Estado, com apoio da Unidade Integrada de Segurança Pública (Uisp) de São Félix do Xingu, prendeu em flagrante um homem pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.
A detenção ocorreu durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, na quinta-feira (24), informou o delegado Vinícius Cardoso, titular da Deca Marabá. Segundo ele, “as diligências foram realizadas em dois endereços, um urbano e outro na zona rural de Marabá. No primeiro imóvel, localizado no bairro Cidade Jardim, o investigado não foi encontrado, sendo que a busca foi acompanhada por sua esposa. Na residência foram encontradas duas armas de fogo calibre 9mm, além de munições de calibres distintos”.
Em seguida, as diligências foram realizadas em um imóvel localizado na zona rural de Bom Jesus do Tocantins (município da região), onde o homem foi encontrado. Após a identificação da equipe e da ciência do morador acerca da ordem judicial, foram iniciadas as buscas nas dependências da residência.
“Durante a diligência no segundo imóvel, foram localizadas e apreendidas seis armas de fogo, sendo um rifle calibre .17, uma carabina .357, um revólver calibre .357, uma espingarda calibre 12 acompanhada de 12 munições intactas, e duas espingardas. Dois aparelhos celulares, um notebook e documentos contendo anotações relacionadas à compra, venda e pesagem de gado também foram apreendidos”, acrescentou o delegado Vinícius Cardoso.
Todos os materiais foram devidamente arrecadados e apreendidos, sendo adotadas as providências necessárias para seu encaminhamento à unidade policial, para a realização dos procedimentos necessários.
O preso foi conduzido à unidade policial, para adoção das medidas legais cabíveis, e está à disposição da Justiça.
Texto: Jacqueline Costa, estagiária sob supervisão de Jeniffer Terra - Ascom/PCPA

