Hospital de Rio Maria utiliza IA na Farmácia Clínica para ampliar segurança do paciente
Unidade utiliza o 'No Harm.ai' para aprimorar a análise de prescrições médicas, diminuir riscos associados ao uso de medicamentos na assistência a pacientes
Estratégico na região de Integração Araguaia, o Hospital Regional de Rio Maria (HRRM), em Rio Maria, representa um avanço significativo na saúde pública proporcionado pelo Governo do Pará. A unidade implantou Inteligência Artificial (IA), com o “No Harm.ai” em sua Farmácia Clínica Hospitalar. Uma iniciativa inovadora que visa aprimorar a análise de prescrições médicas, diminuir riscos associados ao uso de medicamentos e aumentar a segurança na assistência aos pacientes internados.
Integrada ao sistema de prescrição eletrônica, a plataforma “No Harm.ai” realiza a triagem automatizada das prescrições, permitindo uma avaliação rápida e eficaz de todas as solicitações feitas diariamente na unidade hospitalar. A nova tecnologia fortalece o processo de decisão farmacêutica ao identifica os riscos medicamentosos como as interações; duplicidades e doses inadequadas; além de gerar alertas clínicos em tempo real.
Thassio Medeiros, diretor técnico do HRRM, pontua que os benefícios promovidos pela IA na rotina farmacêutica proporcionam “mais agilidade e precisão na tomada de decisões, aumentando a segurança do paciente e reduz significativamente os erros de medicação”.
A diretora-geral da unidade hospitalar, Eliene Neves, enfatiza a importância de a tecnologia ser uma aliada estratégica para a consolidação de uma farmácia clínica mais resolutiva, segura e orientada por dados, que garante atendimento centrado no paciente.
“A relevância da tecnologia no avanço dos serviços de saúde ofertados é um compromisso do HRRM em proporcionar uma assistência cada vez mais segura e eficaz centrada nos pacientes. O resultado de ter impactado mais de mil vidas durante o período de implantação da inteligência artificial evidencia a eficácia e a importância desse sistema na melhoria da segurança e na qualidade do atendimento prestado. Isso demonstra como a tecnologia pode transformar positivamente a experiência dos pacientes internados e fortalecer a saúde pública”, celebra a gestora.
Texto de Pallmer Barros / Ascom HRRM
