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PROTOCOLOS DE SEGURANÇA

Revistas da Operação Mute mantêm marca de zero ilícitos no sistema prisional do Pará

Décima primeira fase da Operação Mute no Pará evidencia efetividade das medidas de segurança implantadas pela Seap, reforçando a eficácia dos protocolos de segurança adotados nas unidades prisionais

Por Governo do Pará (SECOM)
18/05/2026 17h00

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) realizou, nesta segunda-feira (18), a 11ª fase da Operação Mute no Pará. A ação nacional é coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e ocorre simultaneamente em unidades prisionais de todo o País, com foco no combate à comunicação ilícita entre pessoas privadas de liberdade e o meio externo. No Estado, o balanço das revistas, até o momento, registra nenhum ilícito  encontrado.

As ações de revistas no Estado ocorreram no Complexo Penitenciário de Santa Izabel, na Região Metropolitana de Belém, com atuação integrada de policiais penais das unidades prisionais e apoio das tropas especializadas do Grupo de Ações Penitenciárias (GAP) e do Comando de Operações Penitenciárias (COP).

As equipes realizaram buscas e varreduras no interior das celas e demais espaços das unidades, verificando possíveis materiais ilícitos, aparelhos eletrônicos e danos estruturais.

 Efetividade em protocolos de segurança

O secretário-adjunto de Gestão Operacional da Seap, Ringo Alex Rayol Frias, destacou que o resultado demonstra a efetividade dos protocolos de segurança aplicados no sistema penitenciário paraense. “A Operação Mute tem como objetivo neutralizar a comunicação de dentro dos presídios com o mundo exterior e vem se consolidando em sua 11ª edição. O Estado do Pará atua hoje com protocolos robustos, colocando a nossa secretaria em posição de destaque a nível nacional, pois durante todas as edições anteriores não foram encontrados aparelhos de comunicação móvel dentro dos nossos presídios”, afirmou.

Segundo o secretário-adjunto, o controle efetivo das unidades contribui diretamente para a segurança pública e para a manutenção da ordem no sistema penitenciário estadual. “Isso representa um avanço significativo para a segurança pública, efetivando de forma eficaz o controle dos estabelecimentos prisionais e trazendo como consequência a paz social para toda a sociedade paraense”, ressaltou Ringo Alex.

O diretor das unidades de segurança máxima e coordenador-geral do Complexo Penitenciário de Santa Izabel, Jefferson Luiz Leite da Silva, explicou que além da busca por aparelhos eletrônicos, a operação também fortalece os procedimentos internos de fiscalização. “Estamos realizando buscas gerais, verificando possíveis materiais ilícitos e também as condições estruturais das unidades. Nenhum ilícito foi encontrado, consolidando ainda mais que o sistema carcerário paraense vem mantendo os protocolos previstos pela Lei de Execução Penal”, destacou.

O subcomandante do Grupo de Ações Penitenciárias (GAP), Edney Marques Araújo, enfatizou a participação contínua das equipes especializadas durante as fases da operação no Estado

O subcomandante do Grupo de Ações Penitenciárias (GAP), Edney Marques Araújo, enfatizou a participação contínua das equipes especializadas durante as fases da operação no Estado. “Já participamos de todas as operações aqui no Complexo Penitenciário e também no interior do Estado. Durante todas as edições, nenhum material ilícito foi encontrado dentro das celas, principalmente celulares, que são o foco principal da operação”, disse.

A Operação Mute integra a estratégia nacional de fortalecimento da segurança no sistema prisional brasileiro, por meio de ações de fiscalização, inteligência e controle interno nas unidades penitenciárias.

Texto: Kaila Fonseca