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Pará conclui 12ª fase da Operação Mute sem apreensão de celulares nas unidades prisionais

Revistas realizadas nas 54 penitenciárias do Estado reforçam a efetividade dos protocolos de segurança e das ações desenvolvidas pela Polícia Penal

Por Governo do Pará (SECOM)
17/07/2026 16h32
Trabalho dos agentes penais do Pará se destaca pela eficiência

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) concluiu, nesta sexta-feira (17), a participação do Pará na 12ª fase da Operação Mute, ação nacional coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) para combater a comunicação ilícita no sistema prisional, por meio da localização e apreensão de aparelhos celulares e outros materiais proibidos.

No Estado, a operação foi realizada entre os dias 13 e 17 de julho, mobilizando equipes da Polícia Penal para revistas gerais e minuciosas nas 54 unidades prisionais paraenses, incluindo os estabelecimentos de segurança máxima. Ao término das ações, não foram encontrados celulares e nem outros materiais ilícitos.

O resultado reforça o destaque do sistema penitenciário do Pará na Operação Mute. Assim como nas fases anteriores da iniciativa nacional, as equipes da Polícia Penal concluíram as inspeções sem registrar a apreensão de celulares, evidenciando a eficácia dos protocolos de segurança, das rotinas permanentes de fiscalização e do rigor no controle das unidades prisionais.

As equipes operacionais inspecionaram a Unidade Penitenciária de Segurança Máxima I (UPMAX I), Unidade Penitenciária de Segurança Máxima II (UPMAX II), Unidade de Custódia e Reinserção de Bragança (UCR Bragança) e o Complexo Penitenciário de Paragominas, entre outras casas penais.

Secretário-adjunto Ringo Alex Rayol Frias: 'objetivo é neutralizar a comunicação ilícita'

Ordem e disciplina - O secretário-adjunto de Gestão Operacional da Seap, Ringo Alex Rayol Frias, destacou que o resultado confirma a eficiência das estratégias adotadas pela Secretaria para impedir a entrada e o uso de materiais ilícitos no sistema prisional.

“A Operação Mute tem como objetivo neutralizar a comunicação ilícita dentro do sistema prisional por meio da identificação e retirada de aparelhos telefônicos. O resultado alcançado demonstra a robustez dos protocolos implementados pela Seap e reafirma o compromisso do Estado em manter a ordem, a disciplina e a segurança nas unidades penitenciárias”, informou.

A operação contou com a atuação integrada do Grupamento de Ações Penitenciárias (GAP), Comando de Operações Penitenciárias (COP), Grupo de Busca e Recaptura (GBR) e do Núcleo de Operações com Cães (NOC). Os cães farejadores auxiliaram na identificação de substâncias ilícitas, enquanto os cães policiais reforçaram a segurança das equipes durante as revistas, ampliando a efetividade das inspeções.

2º sargento PM J. Leite: procedimentos eficazes no sistema penitenciário

Para o diretor das Unidades Penitenciárias de Segurança Máxima I e II, 2º sargento PM J. Leite, a atuação integrada das equipes fortalece os procedimentos operacionais e contribui diretamente para os resultados alcançados.

“A operação demonstra a eficiência do trabalho desenvolvido pela Polícia Penal no Pará. O apoio das equipes operacionais garante a segurança durante as revistas e o resultado positivo comprova que os procedimentos adotados pela Seap vêm sendo aplicados de forma eficaz no sistema penitenciário”, ressaltou.

A Operação Mute integra as ações estratégicas da Senappen para fortalecer a segurança no sistema prisional brasileiro e impedir a comunicação ilícita de organizações criminosas. No Pará, o desempenho alcançado em todas as fases da operação demonstra a consistência do trabalho desenvolvido pela Seap, que mantém um calendário permanente de revistas, inspeções e procedimentos operacionais voltados à preservação da ordem, da disciplina e da segurança nas unidades prisionais.

Texto: Kaila Fonseca - Ascom/Seap