Homem é preso em Belém pela Polícia Civil por estupro de vulnerável
Ação foi da Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca) do Mangueirão
A Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca) do Mangueirão, cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem pelo crime de estupro de vulnerável, em Belém, na última terça-feira (28).
O delegado João Castanho, diretor da Deaca Mangueirão e responsável pela investigação e prisão, informou que a adolescente de 13 anos foi atraída à casa do investigado, que utilizou o pretexto de mostrar um filhote de cachorro.
“No local, o suspeito levou a vítima para um quarto, onde passou a tocar suas partes íntimas por cima da roupa e tentou beijá-la à força. Diante da resistência e dos gritos da adolescente, o homem ofereceu uma quantia em dinheiro para que ela não contasse o ocorrido a ninguém. A jovem conseguiu fugir e comunicou os fatos à mãe dela, que acionou a Polícia Civil. O relato foi posteriormente confirmado durante escuta especializada realizada na Fundação ParáPaz, reforçando a consistência dos elementos informativos colhidos durante a investigação”, afirmou o delegado.
Diante dos fatos e informações reunidas, a Deaca representou pela prisão preventiva do agressor. Ele foi preso e conduzido à unidade especializada para a adoção das providências legais, e segue à disposição da Justiça.
“A Deaca Mangueirão reafirma seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, atuando de forma permanente na prevenção, investigação e repressão aos crimes praticados contra este público, garantindo a efetiva responsabilização dos autores”, finalizou o delegado João Castanho.
A PC destaca que aualquer denúncia de violência contra crianças e adolescentes pode ser feita através do número 181, pelo Disque-Denúncia, ou através do Serviço de Inteligência Artificial Anônima “Iara”, pelo WhatsApp (91) 3210-0181.
A ligação é gratuita e o anonimato é garantido. As denúncias podem ser feitas também em qualquer delegacia mais próxima à sua residência, bem como nas unidades especializadas.
Texto de Rebeca Reis, sob supervisão de Jeniffer Terra / Ascom PCPA

