Policlínicas já registram, em 2026, cerca de 800 mil atendimentos em várias regiões
As unidades estratégicas ampliam o acesso à assistência pelo SUS no Pará. A Policlínica Metropolitana concentra o maior volume no período, com 328 mil atendimentos.
Cerca de 800 mil atendimentos já foram realizados, em 2026, pelas Policlínicas do Pará, nas unidades de Belém, Marabá, Santarém e Tucuruí. Na capital, a Policlínica Metropolitana concentrou o maior volume no período, com 328 mil atendimentos registrados. Entre consultas, exames, procedimentos e assistência multiprofissional, as unidades ampliam o acesso da população aos serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo a oferta de diagnóstico, tratamento e acompanhamento.
"Com o advento das Policlínicas, foi possível ao Estado disseminar por todos os territórios os atendimentos de especialidades médicas, que antes eram restritas aos centros urbanos ou hospitais especializados. Dispor de Policlínicas permite que os moradores não precisem se deslocar até a capital ou regiões mais distantes de seus municípios para garantir o atendimento. As Policlínicas vieram dinamizar esse processo, oferecendo atendimento de ponta nas regiões de saúde, nos municípios-polo, onde as pessoas de fato residem", destacou o secretário-adjunto de Políticas de Saúde, Ivison Carvalho.
Carajás - Em Marabá, na Região de Integração Carajás (Sudeste paraense), a Policlínica Natea Carajás contempla diversas especialidades, como Cardiologia, Dermatologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Ginecologia, Neurologia, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pneumologia, Psiquiatria, Reumatologia e Urologia.
Morador de São João do Araguaia, Uelson Oliveira foi encaminhado à Policlínica para uma tomografia. “Fui muito bem recebido. A equipe me orientou, explicou como seria o exame e me deixou tranquilo durante todo o atendimento. Esse cuidado faz diferença, principalmente quando a gente vem de outro município para cuidar da saúde”, assegura.
Baixo Amazonas – Entregue em abril deste ano, a Policlínica Natea de Santarém, na Região de Integração Baixo Amazonas (Oeste do Pará), já ultrapassou 17 mil atendimentos. A unidade ampliou a oferta de serviços especializados à população da região reduzindo a necessidade de deslocamentos para outros municípios em busca de atendimentos especializados, fortalecendo os serviços oferecidos a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
“Temos uma equipe muito capacitada e diversificada no Natea, com médicos, psicólogos, pedagoga, fonoaudiólogo, assistente social, educador físico e outros profissionais. Esse projeto é uma oportunidade para que pais, mães e demais familiares conheçam mais a fundo o trabalho que vem sendo desenvolvido com os pacientes a cada sessão, consulta ou atendimento. Ficamos muito felizes em poder apresentar o serviço e os bons resultados dos nossos pacientes até aqui”, ressalta a diretora-executiva da Policlínica e do Natea de Santarém, Léia Sandim.
No Pará funcionam seis policlínicas: Metropolitana (em Belém), Capanema, Tucuruí, Bragança, Marabá e Santarém. Estão em andamento as obras das unidades de Breves (no Marajó), com 70% dos serviços concluídos, e de Altamira (no Oeste), com 85% das obras finalizadas.

