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CULTURA E DIVERSÃO

Museu das Amazônias tem programação gratuita sobre saberes e sabores da região em outubro

Agenda inclui atividades sobre a mandioca, criação de jogos nas escolas e o espetáculo inspirado na lenda da Cobra Grande

Por Governo do Pará (SECOM)
01/10/2026 10h41

O Museu das Amazônias (MAZ), em Belém, dedica a programação de outubro ao público infantojuvenil e às famílias. Com o tema "Diversidade como Essência", as atividades gratuitas abordam alimentos, conhecimentos ancestrais e lendas dos povos amazônicos. A agenda começa no próximo dia 16, com o Roteirinho; segue no dia 23, com o LAB MAZ; e termina no dia 30, com o espetáculo Kamishibai Encantado, no MAZ ao Pôr do Sol.

"Queremos que crianças, adolescentes e famílias encontrem no MAZ um espaço para brincar, imaginar e conhecer a riqueza cultural dos povos amazônicos. É uma programação que valoriza o conhecimento, a curiosidade e o encantamento", afirma a coordenadora de programação do Museu, Gabriele Martins.

Mandioca: do alimento à cultura
No dia 16 de outubro, às 10h, a Varanda do Museu vai receber o Roteirinho, que apresenta a história da mandioca e sua relação com os povos amazônicos. Presente no dia a dia da região, a mandioca também reúne saberes passados de geração em geração. A atividade mostra como o alimento se liga à cultura e à identidade amazônica. As inscrições são gratuitas e feitas no local, na hora da atividade.

Jogos na escola
Nos dias 20, às 9h, e no dia 23, às 14h, o LAB MAZ chega à segunda edição, desta vez na Escola Estadual São Vicente de Paulo, no bairro do Umarizal, em Belém. O projeto usa jogos para aproximar os estudantes das tecnologias ancestrais e dos conhecimentos dos povos amazônicos. Os próprios alunos vão criar jogos sobre a Amazônia, seus povos e modos de vida.

História de pescador
O encerramento é no dia 30, às 17h30, na Varanda do Museu, com o MAZ ao Pôr do Sol. O espetáculo Kamishibai Encantado acompanha dois viajantes que contam a história de Chico Bara, pescador paraense que desafia os costumes, sai para pescar de madrugada e encontra a Cobra Grande. A montagem usa o kamishibai, técnica japonesa de narração com pranchas ilustradas, para falar de respeito e convivência com a natureza.

Serviço:
Programação de outubro – Museu das Amazônias
Tema: Diversidade como Essência
Entrada: gratuita
16 de outubro | 10h
Roteirinho – História da mandioca
Local: Varanda do MAZ
Público: infantojuvenil
Inscrições: no local, no momento da atividade.
23 de outubro
LAB MAZ – Jogos e tecnologias ancestrais
Local: Escola Estadual São Vicente de Paulo – Umarizal, Belém (PA)
30 de outubro | 17h30
MAZ ao Pôr do Sol – Kamishibai Encantado
Local: Varanda do MAZ
Entrada: gratuita

Sobre o MAZ
O Museu das Amazônias é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura do Pará, do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet - Lei Federal de Incentivo à Cultura, e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com concepção e implementação do Idg- Instituto de Desenvolvimento e Gestão e do Museu Paraense Emílio Goeldi.

Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu das Amazônias tem a Vale como Parceiro Estratégico e conta com o apoio financeiro da Finep e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além do patrocínio internacional do CAF - Banco de Desenvolvimento da América Latina. O patrocínio nacional é da Hydro e da New Fortress Energy. O projeto também conta com o copatrocínio da Ipiranga, do Grupo Carrefour, e com o apoio do Mercado Livre, da Ultracargo e do Grupo BID.

Sobre o Idg
Há mais de 20 anos, o Instituto atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais, e une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências. 

Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, o Idg implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; o Paço do Frevo, no Recife.

Texto por Fabrício Lopes - Ascom/Museu das Amazônias