Museu das Amazônias reabre ao público com exposições permanente e temporária
A entrada é gratuita, mas com retirada antecipada de ingresso pelo Sympla. Grupos devem agendar a visita com pelo menos uma semana de antecedência
O Museu das Amazônias (MAZ), em Belém, um dos principais equipamentos culturais do Norte do Brasil, volta a receber o público na próxima quarta-feira (4), no Complexo Porto Futuro, na orla da Baía do Guajará. A reabertura marca a estreia de duas exposições: a permanente “Amazônias no Plural” e a temporária “Água Pantanal Fogo”.
Para quem já quer planejar a visita, o primeiro passo é retirar o ingresso gratuito antecipadamente pela plataforma Sympla, disponível para emissão a partir do dia 31 de outubro (sábado). Após a reabertura, o museu funcionará de quinta a terça-feira, das 10h às 18h, com última entrada às 17h. Às quartas-feiras, o MAZ ficará fechado para manutenção.
Escolas, centros sociais, organizações comunitárias e outros grupos precisam agendar a visita com pelo menos uma semana de antecedência. A solicitação deve ser enviada para atendimento.maz@idg.org.br, com o nome da instituição, o número de participantes, a faixa etária do grupo, a data e o horário desejados, além do telefone e do e-mail da pessoa responsável.
“Queremos que o Museu das Amazônias seja um espaço de descoberta, aprendizado e pertencimento para quem é do território, e para quem visita Belém. As novas exposições foram pensadas para democratizar o acesso ao conhecimento, com recursos interativos e diferentes formas de vivenciar os conteúdos, para que pessoas de todas as idades e trajetórias possam se conectar com as múltiplas Amazônias”, informa Camila Costa, gerente Técnica do MAZ.
Duas exposições para descobrir
A exposição permanente “Amazônias no Plural” reúne histórias, saberes e modos de vida da região, da formação geológica às culturas de seus povos. Com projeções, sons e recursos interativos, o percurso mostra que há muitas maneiras de conhecer e contar as Amazônias.
Já a mostra fotográfica temporária “Água Pantanal Fogo” apresenta o Pantanal pelas lentes de Luciano Candisani e Lalo de Almeida. Entre imagens das águas e dos incêndios, convida o público a refletir sobre a crise climática e as conexões entre o Pantanal e a Amazônia.
Parceria público-privada
O Museu das Amazônias é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet - Lei Federal de Incentivo à Cultura -, e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com concepção e implementação do idg - Instituto de Desenvolvimento e Gestão, e do Museu Paraense Emílio Goeldi.
Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu das Amazônias tem a Vale como parceiro estratégico, e conta com o apoio financeiro da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além do patrocínio internacional do CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina). O patrocínio nacional é da Hydro e da New Fortress Energy. O projeto também conta com o copatrocínio da Ipiranga, do Grupo Carrefour, e apoio do Mercado Livre, da Ultracargo e do Grupo BID.
Conhecimento e ousadia
Há mais de 20 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia, para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências.
É responsável pela gestão do Museu do Amanhã e do Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o Programa CultSP PRO, em São Paulo, e o Paço do Frevo, em Recife (PE). Também são gestores operacionais do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, e do Museu das Amazônias, em Belém.
Serviço:
Reabertura do Museu das Amazônias (MAZ)
Quando: quarta-feira, 4 de novembro;
Endereço: Complexo Porto Futuro - Avenida Marechal Hermes, nº 14, bairro do Reduto.
Visitação regular: de quinta a terça-feira, das 10h às 18h, com última entrada às 17h.
Ingressos: entrada gratuita, com retirada antecipada de ingresso pelo Sympla.
Texto: Fabrício Lopes / Ascom Museu das Amazônias

