Dois investigados por furto de gado são presos pela Polícia Civil, em Cachoeira do Arari
Crime era praticado na zona rural do município no Marajó. Com os suspeitos havia instrumentos utilizados na pecuária e munições de diversos calibres.
A Polícia Civil do Pará, através da Delegacia de Cachoeira do Arari, deflagrou a operação “Vestigia Furtiva” para cumprir mandados judiciais de busca e apreensão expedidos contra investigados de furto de gado na zona rural do município. No ato das buscas, dois homens receberam voz de prisão em flagrante por posse irregular de munição.
“A operação foi deflagrada após a nossa investigação evidenciar a existência de um esquema criminoso estruturado, voltado ao furto e à comercialização ilícita de gado, que vinha causando expressivos prejuízos aos produtores rurais e comprometendo a segurança da zona rural do município. Munições de vários calibres foram apreendidas na casa dos suspeitos, resultando na prisão em flagrante”, explicou o delegado Itamar Aleixo, responsável pela investigação e diretor da Delegacia de Cachoeira do Arari.
Na residência dos investigados foram encontrados e apreendidos ainda oito aparelhos celulares. “Estes telefones serão submetidos à análise pericial para que possamos aprofundar as investigações, identificar a dinâmica criminosa, os vínculos entre os envolvidos e a destinação do gado subtraído. Nós apreendemos também instrumentos utilizados na atividade pecuária, como ferro de marcação de gado, estribos e focinheiro de cavalgada, reforçando os indícios da prática de abigeato e da atuação organizada do grupo criminoso investigado”, continuou o delegado.
A Polícia Civil do Pará reafirma seu compromisso permanente no enfrentamento aos crimes patrimoniais, especialmente aqueles que afetam o meio rural. “A operação ‘Vestigia Furtiva’ representa uma resposta firme e efetiva à sociedade cachoeirense, demonstrando a atuação técnica, contínua e qualificada das forças de segurança pública na repressão às organizações criminosas e na preservação da ordem pública”, destacou o delegado Felipe Silva, titular da Superintendência Regional do Marajó Oriental.
Os presos foram conduzidos para a Delegacia de Cachoeira do Arari, onde passaram pelos procedimentos legais cabíveis e vão permanecer à disposição do Poder Judiciário.
