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OFICINA DE MÁSCARAS

Hospital Regional do Sudeste do Pará promove ação lúdica para humanizar assistência pediátrica

Com apoio de voluntários, unidade em Marabá realiza oficina criativa de adereços carnavalescos, reforçando o cuidado com o bem-estar emocional dos usuários

Por Governo do Pará (SECOM)
12/02/2026 16h51

Glitter, tintas coloridas e recortes de papel tomaram conta do Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, nesta quinta-feira (12). A unidade entrou no clima do Carnaval com uma oficina de máscaras e adereços para crianças internadas, levando cor aos corredores e criando pausas na rotina de cuidados.
 
Realizada pelo Serviço de Humanização, com apoio dos voluntários do grupo Movemente, a iniciativa reforçou o compromisso da instituição com um atendimento que ultrapassa o tratamento clínico. Entre pincéis e tesouras, os pequenos recortaram, pintaram e montaram suas próprias máscaras, compartilhando um momento de integração e descontração durante a internação.
 

“Eu fiz uma máscara cheia de glitter e escolhi rosa porque é minha cor favorita. Quando eu coloquei, parecia que eu estava no carnaval mesmo, não no hospital. Foi o dia mais divertido desde que eu cheguei aqui”, contou, sorridente, Bianca Alves, de dez anos, moradora de Marabá, na região de Carajás, internada na clínica pediátrica da unidade.
 
Em meio às cores e aos sorrisos, o diretor executivo da unidade, Flávio Marconsini, destacou que a humanização faz parte da assistência oferecida pelo hospital. “Cuidar da saúde também é cuidar das emoções. Nosso compromisso é garantir um atendimento cada vez mais humano e completo aos pacientes e familiares”, afirmou.
 
Quando o cuidado também é afeto
 

No Hospital Regional de Marabá, o Serviço de Humanização desenvolve ao longo do ano diversos projetos voltados ao bem-estar dos pacientes e acompanhantes, fortalecendo o cuidado integral dentro da unidade. As iniciativas contam com o apoio de voluntários que colaboram na construção de momentos mais leves durante a internação.
 
A oficina de Carnaval foi mais uma dessas iniciativas pensadas para transformar o ambiente hospitalar em um espaço também de convivência e expressão. A voluntária Maryanna Andrade, integrante do grupo Movemente, disse que a experiência impacta tanto quem participa quanto quem organiza.
 
“A gente chega com a intenção de ajudar, mas sai transformada. É impossível não se emocionar ao ver cada criança concentrada nos detalhes e orgulhosa da própria criação. Por alguns instantes, exames e medicações dão lugar à alegria de ser criança”, explicou a universitária.
 

A analista de humanização do hospital, Daiane Uszynski, destacou que iniciativas como essa integram a estratégia de cuidado integral da unidade. “Buscamos acolher o paciente além da assistência clínica. Atividades lúdicas ajudam a reduzir a ansiedade, fortalecer vínculos e tornar o ambiente mais leve, especialmente para as crianças”, frisou.
 
Ela acrescentou que, ao fim da oficina, mais do que máscaras prontas, ficam memórias afetivas e sentimentos fortalecidos. “Quando vemos esses olhares mais confiantes e esses sorrisos espontâneos, temos a certeza de que o cuidado também se constrói com sensibilidade. Mesmo durante a internação, é possível criar momentos de alegria, criatividade e esperança dentro do Hospital Regional”, concluiu.

Texto: Ascom/ Hospital Regional do Sudeste do Pará