Pará amplia impacto ambiental positivo com infraestrutura sustentável e conservação da biodiversidade
Ideflor-Bio fortalece governança territorial, bate recordes de visitação e consolida protagonismo internacional em agendas climáticas
O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) vive um momento de expansão estruturante em suas políticas ambientais, consolidando seu papel estratégico na implementação de soluções sustentáveis com resultados práticos dentro e fora do território paraense. Essa atuação abrange desde a conservação da fauna e gestão florestal até a valorização de comunidades tradicionais, criando um modelo de desenvolvimento que une proteção ambiental e geração de renda.
No campo da infraestrutura, o fortalecimento da economia local ganha fôlego com a entrega de Unidades de Monitoramento de Pescado no Lago de Tucuruí, abrangendo os municípios de Breu Branco e Itupiranga. Este projeto, realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Obras Públicas, projeta a expansão de novas unidades na região para otimizar a cadeia produtiva pesqueira. Paralelamente, o avanço na recuperação de áreas degradadas é impulsionado pelo Projeto Refloresta Altamira, que atingiu a marca de 1 milhão de mudas distribuídas, enquanto a parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) viabiliza a estruturação de concessões florestais em mais de 3,4 milhões de hectares de florestas públicas estaduais.
A integração entre conservação e lazer sustentável também apresenta números expressivos, especialmente no Parque Estadual do Utinga, que se reafirma como um dos principais equipamentos de turismo ambiental do estado. A unidade registrou recentemente picos de visitação superiores a nove mil pessoas em um único dia, aproximando-se da marca histórica de 600 mil frequentadores e dobrando seu alcance de público. Essa movimentação é acompanhada por ações diretas de proteção à fauna, como a construção do primeiro Centro Estadual de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres em Marituba e o recorde de reintrodução de 30 ararajubas à natureza, reforçando o compromisso com a preservação de espécies ameaçadas.
No cenário global, o protagonismo institucional do Ideflor-Bio ganhou destaque internacional durante a COP30, em Belém. O Instituto liderou as discussões no Pavilhão Pará, abordando temas cruciais como sociobiodiversidade, redes de sementes e o macrozoneamento do Marajó, este último em cooperação com a UFPA e órgãos das Nações Unidas. Eventos técnicos como o I Simpósio de Floresta e Clima e o Forest Zone integraram academia e sociedade civil, apresentando ao mundo soluções inovadoras e práticas desenvolvidas diretamente nos territórios amazônicos para o enfrentamento da crise climática.
A satisfação com os resultados é reforçada pelo presidente do Instituto, Nilson Pinto, que destaca a prontidão do Estado para os desafios globais. “O protagonismo do Ideflor-Bio é fruto do trabalho técnico, integrado e comprometido de todas as nossas equipes. Levamos à COP30 experiências reais, construídas nos territórios, que demonstram que é possível proteger a biodiversidade, fortalecer comunidades e promover desenvolvimento sustentável com a floresta em pé”, enfatizou. Para o gestor, a atuação articulada e territorializada reafirma o compromisso do governo do Pará com um modelo que alia proteção ambiental e inclusão social, garantindo que “o Pará está preparado para liderar a agenda ambiental no Brasil e no mundo”.
